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VÍDEO: Ângulo mostra nuvem funil ‘quase’ tocando o solo em Campo Grande

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • há 5 dias
  • 2 min de leitura
Nuvem funil registrada na manhã desta quarta-feira. (Fala Povo Midiamax)
Nuvem funil registrada na manhã desta quarta-feira. (Fala Povo Midiamax)

Registro foi feito na região do Parque dos Poderes e surpreendeu moradores


Um novo ângulo de vídeo da nuvem funil registrada na manhã desta quarta-feira (14), na região do Parque dos Poderes, dá a impressão de que o vórtice “quase” toca o solo. O fenômeno surpreendeu moradores de Campo Grande antes do temporal.


Conforme o leitor, que preferiu não se identificar, o registro foi feito próximo à Avenida Guaicurus, quando ele notou o céu e decidiu filmar.


Apesar de parecer que a nuvem está próxima do solo e prestes a se tornar um tornado, o professor de Geografia Wesley Luan explica que outros vídeos do mesmo fenômeno indicam que a nuvem funil não chegou a tocar o chão. Ele também registrou o fenômeno e observou a formação pela janela de seu prédio.


Segundo o professor, para que uma nuvem funil toque o solo, seriam necessários outros “ingredientes meteorológicos”, como ventos mais fortes e contínuos. Ele ressalta que é extremamente difícil que isso ocorra na região, devido à ausência de ventos tão intensos e persistentes.


“O vídeo registra a formação de uma nuvem funil sobre Campo Grande (MS), fenômeno atmosférico que pode ocorrer durante tempestades mais intensas. A nuvem funil se caracteriza por uma coluna de ar em rotação que se estende a partir da base da nuvem, visível a olho nu. No entanto, não houve contato com o solo, o que significa que não pode ser classificada como tornado.”

“Embora impressionante, esse tipo de ocorrência é raro na região, mas possível em momentos de maior instabilidade do tempo, especialmente quando há calor intenso combinado com a chegada de frentes frias. Na maioria dos casos, a nuvem funil se dissipa rapidamente e não provoca danos. Ainda assim, sua presença indica condições atmosféricas instáveis, podendo estar associada a ventos fortes, chuvas intensas e queda de temperatura.”

Confira o vídeo:


Fonte: Midiamax


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