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VÍDEO: Avião do Corpo de Bombeiros é interceptado pela FAB enquanto sobrevoava Campo Grande

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • há 3 dias
  • 2 min de leitura
(Reprodução, Instagram)
(Reprodução, Instagram)

Ele transportava um paciente até o Paraná, quando foi interceptado


Na terça-feira (13), o piloto e tenente-coronel do Corpo de Bombeiros João Cordeiro foi surpreendido por uma interceptação da FAB (Força Aérea Brasileira). Ele sobrevoava Campo Grande, a caminho do Paraná, quando registrou o momento.


Conforme o portal Catve, do Paraná, o piloto saiu de Porto Velho, em Rondônia, com destino a Arapongas (PR). Ele transportava um paciente, e uma equipe médica já aguardava, no hospital, para uma cirurgia cardíaca.


Porém, enquanto passava por Campo Grande, uma aeronave da FAB o interceptou. Ainda assim, manteve a rota normal e chegou até o destino com o paciente.


A missão utilizou um Cessna C-208 Grand Caravan. Já o caça que realizou a interceptação é um A-29 Super Tucano. A FAB usa essa aeronave em ações de defesa aérea e combate a ilícitos nas fronteiras.


Assim, a FAB informou que a interceptação integra as ações de policiamento do espaço aéreo. Também, que isso pode ocorrer com qualquer aeronave em voo no país, inclusive em missões humanitárias.


João Cordeiro relatou ao site do Paraná que o procedimento segue padrão e não causa preocupação para a tripulação.


Ações na fronteira

Desde o fim de 2025, ações integradas entre a FAB e a Receita Federal Brasileira intensificam o monitoramento de áreas estratégicas na faixa de fronteira em Mato Grosso do Sul e no Paraná.


O objetivo é desarticular esquemas criminosos, impedindo que aeronaves irregulares utilizem o espaço aéreo brasileiro como rotas aéreas para introduzir drogas e produtos de contrabando no país.


As ações utilizam emprego combinado de radares, aviões de caça — como o A-29 Super Tucano e o F-5M Tiger II — e helicópteros.


“Essa parceria com a FAB é fundamental, porque conseguimos apertar o cerco no modal aéreo. Enquanto a Receita Federal exerce sua competência em portos e aeroportos alfandegados, toda movimentação procedente do exterior realizada fora dessa zona primária é considerada irregular”, explica o auditor da Receita Federal Brasileira Delbert Almeida.

Conforme a FAB, os radares rastreiam o espaço aéreo, identificando rotas suspeitas e aeronaves sem plano de voo. Assim, equipes da Força Aérea Brasileira e da Receita Federal Brasileira coordenam a aplicação de medidas de policiamento do espaço aéreo e de controle em solo às aeronaves suspeitas, incluindo ordens de pousos.


Fonte: Midiamax



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