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Melhor do que o Nano Banana? Testamos o novo editor de imagens do ChatGPT

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • 2 de jan.
  • 3 min de leitura
Melhor do que o Nano Banana? Testamos o novo editor de imagens do ChatGPT — Foto: Shutterstock
Melhor do que o Nano Banana? Testamos o novo editor de imagens do ChatGPT — Foto: Shutterstock

Testamos o novo editor de imagens do ChatGPT e comparamos com o Nano Banana; ferramenta da OpenAI aposta em qualidade e precisão, enquanto rival se destaca pela velocidade


A OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT, acaba de lançar uma versão aprimorada do ChatGPT Imagens, agora impulsionada pelo modelo GPT Image 1.5, que promete edições mais precisas, maior respeito às instruções do usuário e uma geração de imagens até quatro vezes mais rápida do que a anterior. A proposta é transformar o ChatGPT em um verdadeiro estúdio criativo integrado, capaz de realizar desde ajustes práticos do dia a dia até transformações visuais elaboradas, sem exigir conhecimentos técnicos ou engenharia de prompts.


Enquanto o Nano Banana prioriza velocidade e respostas quase instantâneas, mesmo que com limitações técnicas em tarefas mais delicadas. Já o ChatGPT aposta em um processamento mais cuidadoso, focado em precisão, fidelidade ao prompt e preservação de detalhes visuais. O resultado é um contraste claro: de um lado, uma ferramenta ágil e funcional para edições rápidas; do outro, uma solução mais lenta, mas capaz de entregar imagens com acabamento superior e maior controle criativo. Para entender se a promessa da OpenAI se sustenta na prática, o TechTudo testou a novidade em diferentes cenários e comparou seus resultados com a ferramenta concorrente.


Como funciona o editor do ChatGPT?


O novo editor de imagens do ChatGPT foi pensado para operar de forma integrada à experiência já conhecida do chatbot. O acesso acontece por um espaço dedicado a imagens na barra lateral, disponível tanto na versão web quanto nos aplicativos móveis, onde o usuário pode enviar fotos, escolher estilos pré-definidos ou simplesmente descrever, em texto, a alteração desejada. Todo o fluxo é guiado por prompts em linguagem natural, dispensando menus complexos ou conhecimento técnico avançado para permitir edições, ajustes ou criações dentro da própria conversa com o ChatGPT.


Entre as principais ferramentas disponíveis estão a remoção automática de fundo, edição localizada de elementos específicos da imagem, correções visuais (como ajustes de iluminação, textura e ruído) e a geração de variações a partir de uma mesma foto ou ideia. Também é possível combinar imagens diferentes em uma única cena, aplicar estilos artísticos ou reinterpretar uma imagem com base em um conceito descrito pelo usuário, mantendo consistência visual e identidade dos personagens retratados.


Por trás dessas funções, o recurso é alimentado por modelos de visão generativa de última geração, reunidos no GPT Image 1.5. A tecnologia permite compreender o conteúdo da imagem, o contexto do prompt e a relação entre objetos, pessoas e cenários, realizando alterações pontuais sem comprometer a composição original. O resultado é um editor que une geração e edição em um único ambiente, com respostas rápidas e alto nível de controle criativo diretamente pelo ChatGPT.


Resultados dos testes


Para avaliar o desempenho do novo editor de imagens do ChatGPT realizamos uma série de testes comparativos focados nos principais cenários de uso desse tipo de ferramenta. A ideia foi observar não apenas a qualidade final das imagens, mas também o nível de precisão nas edições, a fidelidade às instruções em texto e o impacto dessas mudanças na naturalidade do resultado. Os testes foram organizados por categorias e refletem tarefas comuns tanto para usuários casuais quanto para quem cria conteúdo com frequência.


A análise foi dividida em quatro frentes: remoção de fundo, correções visuais (como ajustes de pele, sombras e ruídos), edição criativa e geração de imagens a partir de prompts e, por fim, velocidade e experiência do usuário. Em cada etapa, observamos como a ferramenta se comporta em situações reais, quais são seus principais acertos e limitações e como ela se posiciona frente a soluções concorrentes no mercado.


Fonte:techtudo

 
 
 

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