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Economia em Ritmo Mais Suave: PIB Brasileiro Avança 0,5% no Segundo Trimestre, Aponta IBGE

  • há 13 horas
  • 2 min de leitura
PIB cresce 0,5% no segundo trimestre de 2026, diz IBGE - Agência Brasil
PIB cresce 0,5% no segundo trimestre de 2026, diz IBGE - Agência Brasil

Após alta expressiva de 1,1% nos três primeiros meses do ano, a atividade econômica nacional desacelera entre abril e junho, mas mantém trajetória de crescimento.


O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil registrou expansão de 0,5% no segundo trimestre de 2026, na comparação com o trimestre imediatamente anterior, conforme dados divulgados nesta terça-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado aponta para uma desaceleração da atividade econômica em relação ao avanço de 1,1% verificado no primeiro trimestre do ano.


O cálculo oficial, que utiliza a série com ajuste sazonal para eliminar influências típicas de certas épocas do ano, evidencia que o ritmo produtivo perdeu ímpeto no período entre abril e junho. No trimestre passado — que mediu o desempenho em relação aos três últimos meses de 2025 —, a economia havia sido puxada principalmente pelo avanço de 2% da agropecuária, além das altas de 1% na indústria e 0,5% no setor de serviços.


Dinâmica Setorial e Perspectivas

Ao longo do segundo trimestre, os indicadores antecedentes já sinalizavam comportamentos distintos entre os grandes setores produtivos. Enquanto a indústria e a agropecuária mantiveram trajetórias de avanço, o setor de serviços registrou variações negativas em prévias calculadas pelo Banco Central (BC), refletindo um ambiente de maior cautela na atividade.


A leitura do PIB trimestral é complementada pelas comparações anuais e pelo acumulado de quatro trimestres, ferramentas essenciais para mensurar a solidez de médio e longo prazo da economia brasileira. No fechamento de 2025, o PIB nacional cresceu 2,3%, alcançando um montante de R$ 12,7 trilhões em valores correntes.


As atenções do mercado e da equipe econômica seguem voltadas para o comportamento dos próximos trimestres, com foco nos impactos da política monetária sobre o consumo, o crédito e os investimentos produtivos.

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