Campanhas intensificam embate no rádio: Lula explora crítica de Flávio Bolsonaro à escala 6×1
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Horário eleitoral ganha novos contornos com trocas de farpas sobre jornada de trabalho, declarações de campanha e propostas econômicas.
A corrida presidencial esquentou nesta terça-feira (1°) com novos capítulos na propaganda eleitoral gratuita no rádio. A campanha do presidente Lula (PT) passou a explorar as declarações do senador Flávio Bolsonaro (PL) contrárias ao fim da escala de trabalho 6×1, buscando contra-atacar o adversário político.
A nova estratégia petista surge logo após a Justiça Eleitoral suspender as inserções anteriores que ligavam o histórico do senador a investigações de corrupção. A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi ironizada pela ala opositora, que aproveitou o espaço para revidar utilizando uma fala recente de Lula. Durante um ato de campanha em Belo Horizonte (MG) no último sábado (29), o atual chefe do Executivo comentou sobre a profissão de gari — declaração que foi resgatada pela campanha de Flávio Bolsonaro para criticar o presidente, apesar de o petista ter ressaltado na mesma ocasião a relevância da função para a sociedade.
Movimentações das demais candidaturas
Enquanto o embate direto entre petistas e aliados de Bolsonaro dominava parte dos programas, outros candidatos detalharam suas propostas e plataformas para o pleito:
Governo Federal: A propaganda de Lula equilibrou os ataques ao adversário com a exibição de realizações de programas sociais implementados em gestões do PT, além de enfatizar temas ligados à soberania nacional.
Oposição: Do lado de Flávio Bolsonaro, o foco econômico recaiu sobre o endividamento das famílias brasileiras, utilizado como mote crítico à atual condução da economia federal.
Ronaldo Caiado (PSD): O governador de Goiás deu destaque às principais entregas e realizações de sua gestão administrativa no estado.
Augusto Cury (Avante): A campanha do candidato reaproveitou o apelo visual e sonoro de suas peças televisivas, com forte apelo centrado na proposta de "curar" a polarização política no Brasil.
Com o avanço do calendário eleitoral, as equipes intensificam a disputa por espaço no rádio e na televisão para consolidar narrativas e atrair o eleitorado indeciso.








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