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R$ 60 milhões: ministério confirma leilão da hidrovia do Rio Paraguai com trecho em MS

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • há 5 dias
  • 2 min de leitura
Corumbá tem trecho que estará em hidrovia leiloada. (Marcos Ermínio, Midiamax)
Corumbá tem trecho que estará em hidrovia leiloada. (Marcos Ermínio, Midiamax)

Concessão estima investimento milionário ainda em 2026


O Ministério de Portos e Aeroportos confirmou o leilão da hidrovia do Rio Paraguai neste ano. A concessão pode render investimento de mais de R$ 60 milhões e possui trecho em Mato Grosso do Sul. Nesta quarta-feira (14), o ministro Silvio Costa Filho citou o projeto dentro das prioridades da pasta para 2026.


Esta será a primeira concessão hidroviária do país. Em Mato Grosso do Sul, trecho de Corumbá conta com cinco portos. Além disso, o projeto é visto pelo Governo do Estado como estratégico para a logística de MS.


“No 2º semestre, nós vamos realizar a 1ª concessão hidroviária do Brasil, que é a hidrovia do Paraguai. A gente espera em mais de 60 milhões de reais, e, a partir daí, a gente vai avançar fortemente nessa agenda de concessões hidroviárias brasileiras”, afirmou o ministro em Brasília.

Em 15 de agosto, o ministério encaminhou o projeto da concessão hidroviária ao TCU (Tribunal de Contas da União). Então, o projeto da hidrovia do Rio Paraguai conta com cerca de 600 quilômetros de extensão em território brasileiro.


Logo, o ministério destaca que a rota “é estratégica para o escoamento de cargas no Centro-Oeste”. Ademais, a pasta destaca que a concessão compreende o Tramo Sul do rio, com trecho entre Corumbá (MS) e a foz do Rio Apa, na fronteira com o Paraguai.


Projeto

O projeto prevê dragagem do rio, que deve tomar a maior parte do investimento. Além disso, o ministério projeta que as concessões hidroviárias prestem serviços essenciais para o funcionamento da navegação.


Entre eles: operação 24 horas, controle do tráfego e das condições do rio, sistemas de sinalização e balizamento, monitoramento ambiental, ações de segurança e manutenção da infraestrutura.


Os custos iniciais do projeto apontavam R$ 14,4 milhões para aquisição de draga do tipo sucção e recalque, dragagens no Tramo Sul estimadas em R$ 10,8 milhões e investimentos no Canal do Tamengo. Por fim, o projeto prevê R$ 6 milhões para derrocamento da formação rochosa sinalizada pelo Farol Balduíno.


Fonte: Midiamax

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