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Polônia blinda fronteira após ataques massivos da Rússia

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • 23 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura
O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, se encontra com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em Varsóvia - Sergei Gapon/AFP
O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, se encontra com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em Varsóvia - Sergei Gapon/AFP

Crescente preocupação com a segurança na região é alimentada por incidentes de invasão de espaço aéreo por drones e caças russos em países como Estônia, Dinamarca, Polônia, Romênia e Alemanha


A Polônia anunciou um reforço em sua defesa aérea, uma medida estratégica em resposta à intensificação dos bombardeios russos na Ucrânia. Esta decisão foi impulsionada por ataques aéreos que atingiram a região oeste do país governador por Volodymyr Zelensky, uma área próxima à fronteira polonesa, que até então era considerada uma das mais seguras do país.


Como membro da Otan, a Polônia tem se destacado por seu investimento robusto em defesa, alocando mais de 5% do seu PIB para fortalecer suas forças armadas. Este investimento inclui o aumento do número de militares na ativa, que já ultrapassa 200.000 homens.


A crescente preocupação com a segurança na região é alimentada por incidentes de invasão de espaço aéreo por drones e caças russos em países como Estônia, Dinamarca, Polônia, Romênia e Alemanha. O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, enfatizou a importância do rearmamento europeu nos próximos anos, destacando a necessidade de uma resposta eficaz a possíveis expansões territoriais russas. A Polônia, em conjunto com outros países da aliança, tem intensificado o compartilhamento de inteligência para coordenar estratégias de defesa mais eficazes.


A guerra na Ucrânia continua a ser uma tragédia humanitária sem precedentes na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, com repercussões que se estendem por todo o continente. O Kremlin justifica suas ações com base em motivos históricos e étnicos, mas o impacto devastador sobre a Ucrânia e a Europa é inegável. A situação permanece tensa, com a comunidade internacional observando atentamente as movimentações russas e as respostas dos países afetados.



Fonte: Jovem Pan


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