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PF intima ex-executivos do Master e do BRB para prestar novos depoimentos

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • 6 de jan.
  • 2 min de leitura
As oitivas com ex-sócio e ex-diretor do Banco Master e ex-diretor financeiro e superintendente de operações financeiras do BRB devem ser feitas entre o fim de janeiro e início de fevereiro - WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO
As oitivas com ex-sócio e ex-diretor do Banco Master e ex-diretor financeiro e superintendente de operações financeiras do BRB devem ser feitas entre o fim de janeiro e início de fevereiro - WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO

A corporação quer apurar a participação de cada um dos intimados no negócio de venda de falsas carteiras de crédito consignado


A Polícia Federal (PF) marcou uma nova rodada de depoimentos na investigação sobre suspeita de crimes financeiros na venda do Banco Master para o Banco Regional de Brasília (BRB) e convocou ex-executivos das instituições financeiras para prestar esclarecimentos. Marcadas por iniciativa da corporação, as oitivas devem ser feitas no final de janeiro e início de fevereiro.


Dentre os depoimentos previstos estão de Augusto Lima, ex-sócio do Master; Luiz Antônio Bull, ex-diretor do banco; Dario Oswaldo Garcia Junior, ex-diretor financeiro da instituição financeira de Brasília; e, Robério Mangueira, superintendente de operações financeiras do BRB.


O ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa também foi intimado para prestar um segundo depoimento.


A PF quer apurar qual foi a participação de cada um deles no negócio de venda de falsas carteiras de crédito consignado do Master ao BRB por R$ 12 bilhões, objeto do inquérito.


Até agora, a PF só colheu os depoimentos do dono do Master, Daniel Vorcaro, de Paulo Henrique Costa e do diretor de fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino. Eles foram ouvidos no dia 30 de dezembro, em uma diligência determinada pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).



O dono do Master fez críticas à ação do Banco Central em seu depoimento à PF e disse que seu banco honrou com todos os compromissos financeiros que tinha. Já o ex-presidente do BRB admitiu que a instituição financeira pública ainda não conseguiu recuperar cerca de R$ 2 bilhões aportados no Master.


A equipe de investigação ainda analisa os materiais apreendidos na Operação Compliance Zero, deflagrada em 18 de novembro.


A expectativa é que, até o final do mês, quando ocorrerão os depoimentos, a PF já tenha extraído informações dos telefones celulares e possa utilizá-las para confrontar os investigados.


O caso foi enviado ao STF após a PF ter apreendido um documento, na casa de Vorcaro, com menção a um deputado federal.


Fonte: Jovem Pan

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