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Organização é importante para evitar as dívidas de início do ano

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • 11 de jan.
  • 2 min de leitura
Especialista explica como organizar o orçamento familiar para evitar endividamento — Foto: Drazen Zigic/Freepik
Especialista explica como organizar o orçamento familiar para evitar endividamento — Foto: Drazen Zigic/Freepik

Muitas pessoas se endividam nos fins de ano pelas viagens de férias e ou pelos gastos nas celebrações. E janeiro é sempre conhecido por passar devagar, com todo mundo ansioso na espera do salário do mês seguinte. Por isso, o ideal é se organizar desde o final do ano. Mas, caso você não tenha feito isso, não se preocupe: ainda dá para fazer uma contenção de danos para lidar com o começo de 2026.


Eliana Campos, servidora pública, fala sobre como organiza o orçamento: "Eu trabalho justamente em cima do orçamento, entendeu? Para, como diz na gíria, "tirar a cordinha do pescoço", né? Aí a gente fica mais tranquilo fazendo esse planejamento. Eu sempre faço isso".


O professor Laudemir Araújo ressalta que se prepara desde o final do ano anterior: "Eu, particularmente, eu tento fazer a questão das finanças, da gente regular os gastos".


Matrícula escolar, IPVA e IPTU estão entre os aspectos que tornam o mês de janeiro um dos mais pesados para o orçamento. Além disso, existem as faturas de fim de ano, que frequentemente empurram as finanças para o limite logo nas primeiras semanas do ano. A vendedora Julie Maxwellen destaca o que é importante para controlar os gastos: "Se organizar, economizar na verdade, que é muito difícil de controlar os gastos e tudo mais, mas é importante você ter consciência de que você só faz aquilo que você pode. Tem muitas pessoas que se endividam nessa época". 


Existe uma regra conhecida como 50-30-20, que funciona como um padrão para a organização dos gastos: 50% para necessidades básicas: aluguel, contas essenciais, alimentação e transporte; 30% para desejos e estilo de vida: lazer, streaming, viagens e delivery; 20% para prioridades financeiras: pagamento de dívidas e investimentos, incluindo a reserva de emergência.



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