PIB cresce 2,3% em 2025 e fecha o ano em R$ 12,7 trilhões, diz IBGE
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Crescimento do índice foi puxado pela agricultura, serviços e indústria, com aumento na produção de alimentos e recordes em algumas culturas
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil fechou 2025 com um crescimento de 2,3% em relação ao ano anterior, totalizando R$ 12,7 trilhões, informou nesta terça-feira (3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Entre os setores que mais contribuíram para o avanço estão a agropecuária, os serviços e a indústria, que registraram desempenho positivo ao longo do ano.
A agropecuária teve um salto de 11,7%, impulsionada pela maior produção e produtividade de culturas como milho e soja, que bateram recordes de safra no ano passado. A área industrial também avançou, com 1,4% de crescimento, e o setor de serviços cresceu 1,8%, refletindo o aumento nas atividades ligadas ao transporte, comércio, informação, comunicação e serviços financeiros.
O PIB per capita — que divide a produção total pelo número de habitantes — subiu 1,9%, ficando em R$ 59.687,49.
O crescimento econômico também foi sustentado por investimentos em máquinas, construção e tecnologia, além de melhora no consumo das famílias, que respondeu por boa parte da demanda interna. A taxa de investimento no ano ficou em 16,8% do PIB, enquanto a taxa de poupança foi de 14,4% do índice.
No último trimestre de 2025, o PIB teve um leve crescimento de 0,1% em relação ao trimestre anterior, com avanços nos serviços e na agropecuária, embora a indústria tenha apresentado recuo nesse período.
Crescimento menor em relação a 2024
O crescimento do PIB, divulgado nesta terça-feira, foi menor do que o de 2024, em relação ao ano anterior, quando o índice cresceu 3,4%. Esse resultado foi acima das previsões do início do ano que projetavam um crescimento entre 1,5% e 2%.
Naquele período, a economia foi puxada pelo setor de serviços e varejo (3,7%), e pela indústria (3,3%). Na contramão, houve decréscimo da agropecuária em 3,2%, por conta dos problemas climáticos, principalmente pelas enchentes no Rio Grande do Sul.
Fonte: Jovem Pan








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