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Netanyahu Rejeita Acordo Diplomático com o Irã e Defende Pressão Econômica de Washington

  • há 16 horas
  • 2 min de leitura
Trump seguiu ao lado de Netanyahu ao lançar os ataques contra o Irã em 28 de fevereiro. Mas, em abril, promoveu um cessar-fogo, diante da crescente impopularidade do conflito nos Estados Unidos, que provocou o aumento dos preços da energia, e com as eleições de meio de mandato no horizonte, em novembro. Maayan Toaf/EFE/GPO
Trump seguiu ao lado de Netanyahu ao lançar os ataques contra o Irã em 28 de fevereiro. Mas, em abril, promoveu um cessar-fogo, diante da crescente impopularidade do conflito nos Estados Unidos, que provocou o aumento dos preços da energia, e com as eleições de meio de mandato no horizonte, em novembro. Maayan Toaf/EFE/GPO

Primeiro-ministro israelense classifica governo iraniano de "selvagens" e apoia estratégia de Donald Trump para intensificar sanções contra Teerã


Em declarações proferidas durante um evento com colonos na Cisjordânia, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, descartou publicamente a possibilidade de alcançar um entendimento diplomático com Teerã. Classificando os líderes do governo iraniano como "selvagens", o premiê reiterou sua posição de linha dura frente ao regime islâmico e defendeu o endurecimento das medidas econômicas adotadas pelos Estados Unidos.


Durante o encontro, Netanyahu fez referência a diálogos recentes mantidos com o presidente americano Donald Trump sobre as opções para conter o programa nuclear e a influência regional do Irã. Segundo o líder israelense, uma saída negociada é inviável, sustentando que a única abordagem eficaz envolve o aumento do cerco financeiro e político sobre Teerã e seus aliados.


A fala do primeiro-ministro ocorre em um momento político sensível em Israel, às vésperas das eleições marcadas para 27 de outubro, e reforça uma postura defensiva e diplomática que ele advoga há anos. Netanyahu destacou a importância de punir não apenas a cúpula do governo iraniano, mas também países e entidades terceiras que mantenham relações comerciais ou prestem apoio econômico ao país.


A retórica contra o Irã continua sendo um dos pilares da plataforma de Netanyahu, que acusa Teerã de financiar grupos armados hostis a Israel na região, como o Hezbollah no Líbano e o Hamas na Faixa de Gaza. Com a intensificação das sanções anunciadas por Washington, o governo israelense aposta na asfixia financeira como principal ferramenta para neutralizar as ameaças estratégicas do regime iraniano.


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