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Morenão ficou parado por falta de orçamento, diz reitora da UFMS

  • há 21 horas
  • 3 min de leitura
Reitora da UFMS, Camila Ítavo (Leonardo de França, Jornal Midiamax)
Reitora da UFMS, Camila Ítavo (Leonardo de França, Jornal Midiamax)

Estádio está desde 2022 fechado por problemas de estrutura que o impedem de receber partidas esportivas


Com a estrutura desgastada, mato se acumulando no campo e anos de história guardada, o Estádio Pedro Pedrossian, o Morenão, chegou a esse ponto por falta de orçamento, segundo a reitora da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), Camila Ítavo.


“De 1971 pra cá, a universidade cresceu demais, e o desafio orçamentário fez com que o estádio ficasse de fora, pois não estava no escopo da missão da instituição manter um estádio profissional de futebol”, afirmou, durante assinatura de concessão do Morenão ao Governo do Estado, nesta terça-feira (31).

Em 2026, o Morenão completou 55 anos; porém, em condições de abandono. Agora, o estádio passará por intervenções estruturais, incluindo a recuperação do gramado, da pista de atletismo e dos vestiários —, com o objetivo de viabilizar a reabertura ainda em 2026.



Segundo o secretário da Setesc (Secretaria de Turismo, Esporte e Cultura), Marcelo Miranda, haverá um investimento de R$ 16,7 milhões até dezembro para a reforma do estádio.


“O estádio tem que retornar a ser local para a comunidade, com conceito de área, e que possa se articular também com os equipamentos da UFMS — como Museu da Ciência, Autocine — para voltar a ser área importante para o campo-grandense”, disse.

Entretanto, a reitora da UFMS destacou que o Morenão não estava abandonado e que apenas o campo não era usado. As demais estruturas estavam em funcionamento com setores da universidade, como livraria, Museu da Ciência, Planetário, Autocine etc.


“Morenão é um símbolo afetivo do Estado de Mato Grosso do Sul. Ele não é só uma estrutura, ele representa algo muito mais do que isso. É um espaço onde gerações viveram emoções, onde temos encontros e memórias. Então, é uma grande alegria a gente pensar nesse momento significativo, que tem valor histórico, cultural e esportivo para todo o Estado”, comentou.

Reforma de R$ 16,7 milhões

O Governo de Mato Grosso do Sul vai assumir o Estádio Universitário Pedro Pedrossian, o Morenão, que está fechado e sem receber partidas oficiais há quase quatro anos, por conta da estrutura precária. O anúncio foi feito nesta terça-feira (31).


O Morenão era administrado pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), mas, agora, será concedido ao governo, por 35 anos. Várias intervenções estão previstas já para 2026, e o plano do Governo de MS é entregar o estádio para a iniciativa privada até 2028.


Confira o que será feito em 2026:

Segurança estrutural e acessibilidade

  • TRANSFORMAÇÃO FÍSICA – ACESSOS E ROTAS DE FUGA: adequação de rampa, escada, circulações, execução de patamares, espaços acessíveis e áreas de escape.

  • FECHAMENTO DE FOSSOS: fechamento com telas onduladas e criação de áreas de escape em concreto armado e alvenaria.

  • INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA: quilômetros de guardas-corpos e corrimãos duplos e tubos industriais fixados para garantir segurança, além de barras antiesmagamento, contenções e portões adaptados.


Instalações críticas e prevenção

  • REDE ELÉTRICA (BAIXA E MÉDIA TENSÃO): refação completa e modernização da infraestrutura. Elimina riscos crônicos de sobrecarga e adequa a matriz energética às novas demandas, com laudo de conformidade elétrica exigido pelo Corpo de Bombeiros.

  • COMBATE A INCÊNDIO (PSCIP): novos hidrantes, tubulações, reservatórios de água, iluminação e sinalização universal, cumprindo com as exigências do PSCIP (Projeto de Segurança contra Incêndio e Pânico).


Fonte: Midiamax

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