Força-tarefa nacional lacra mais de 1,2 mil postos de combustíveis suspeitos de elo com o crime organizado
- há 13 horas
- 1 min de leitura

Batizada de "Bomba Oculta", operação conjunta entre órgãos federais e estaduais mira estabelecimentos utilizados para sonegação fiscal, movimentação financeira ilícita e lavagem de dinheiro.
Uma ampla ofensiva integrada por órgãos de fiscalização e segurança pública foi deflagrada para combater o funcionamento de postos de combustíveis clandestinos e suspeitos de conexões com o crime organizado. Conforme divulgado em reportagem de Jovem Pan, a ação — batizada de Operação Bomba Oculta e considerada um desdobramento da Carbono Oculto — resultou no lacre de 1.283 postos de combustíveis em todo o país.
Segundo as investigações das autoridades, os estabelecimentos comerciais eram empregados como fachada para movimentar capital ilícito, ocultar patrimônio, praticar sonegação fiscal e lavar recursos decorrentes de atividades criminosas. Além da interrupção física das atividades dos postos, a ofensiva também adotou medidas administrativas severas: quase 1,3 mil CNPJs foram cancelados e 228 inscrições estaduais foram consideradas inaptas.
A operação de grande escala conta com a atuação coordenada de múltiplos órgãos estratégicos do poder público, reunindo a Receita Federal do Brasil, a Secretaria da Fazenda de São Paulo, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Procuradoria-Geral do Estado, a Fazenda Nacional e a Polícia Civil.
A iniciativa intensifica o cerco contra fraudes estruturadas no setor de combustíveis, visando desarticular redes financeiras ligadas à criminalidade e restabelecer a integridade fiscal e concorrencial do mercado nacional.








Comentários