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Diretor do Flamengo diz que ‘grandeza’ do clube é maior que a do Palmeiras

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • 23 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura
O português Jose Boto, diretor de futebol do Flamengo - Jonathan Feitosa de Sousa/W9 Press/Estadão Conteúdo
O português Jose Boto, diretor de futebol do Flamengo - Jonathan Feitosa de Sousa/W9 Press/Estadão Conteúdo

José Boto admitiu que Verdão está à frente na transição da base para o profissional, mas justificou dizendo que a pressão no Rubro-Negro ‘é diferente’


Apesar de um ano vitorioso, com as conquistas do Campeonato Brasileiro e da Copa Libertadores, o Flamengo enfrenta uma reflexão importante sobre o uso de atletas das categorias de base no elenco profissional. A escassez de jogadores formados no clube gerou polêmica, especialmente em comparação com o Palmeiras.


Em entrevista ao podcast No Princípio Era a Bola, do jornal Tribuna Expresso de Portugal, o diretor de futebol do Flamengo, José Boto, destacou a diferença entre os clubes no que diz respeito à transição dos jogadores da base para o time principal. Boto afirmou que o Palmeiras está mais avançado nesse aspecto, mas destacou que a pressão enfrentada pelo Flamengo é muito mais intensa.

“O Palmeiras está à frente, não por ter melhores jogadores, mas pela forma como faz a transição para o profissional. Mas, no Flamengo, a pressão é diferente. O Palmeiras, apesar da grandeza que tem, não tem a grandeza do Flamengo. Não estamos falando do jogador não estar pronto, mas sim das críticas absurdas nas redes sociais, até na mãe do jogador”, criticou Boto, ao citar o exemplo do zagueiro João Victor, que teve um erro marcante em dois jogos com o time profissional. “Ele tem grande potencial, mas aquele erro pode afetar a confiança de qualquer jovem jogador”, completou.

Desafios para 2026 e foco na experiência

Boto também comentou sobre os desafios para a temporada de 2026, destacando que, apesar das conquistas de 2025, o Flamengo enfrentará grandes cobranças. “Será mais difícil repetir o que fizemos, porque a torcida e a imprensa vão exigir ainda mais, mesmo quando não há mais títulos para ganhar”, disse.


O diretor indicou que o elenco passará por ajustes pontuais, mas descartou grandes mudanças no time. “A preocupação é dar férias adequadas aos jogadores para que se recuperem mentalmente. Não queremos uma revolução no time, apenas ajustes calmos”, afirmou.


O mercado europeu como prioridade

Em relação ao mercado de contratações, Boto explicou que o Flamengo tem focado mais no mercado europeu, pois o sul-americano não oferece tantas opções prontas para a pressão que o clube exige. “Jogadores com mais bagagem e experiência lidam melhor com a pressão do Maracanã e a mídia constante”, completou o dirigente, reafirmando que o clube busca trazer uma cultura mais europeia para dentro do Flamengo.


*Com informações do Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan


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