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BID anuncia novo pacote de ajuda financeira para governo da Bolívia

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • há 7 dias
  • 2 min de leitura
Presidente da Bolívia, Rodrigo Paz - MARTIN BERNETTI / AFP
Presidente da Bolívia, Rodrigo Paz - MARTIN BERNETTI / AFP

Benefício disponibilizado será de 4,5 bilhões de dólares (R$ 24,2 bilhões) no período 2026-2028, quase seis vezes mais que o recebido nos últimos três anos


O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciou nesta terça-feira (13) um novo pacote de ajuda financeira para a Bolívia de até 4,5 bilhões de dólares (R$ 24,2 bilhões) no período 2026-2028, quase seis vezes mais que o recebido nos últimos três anos. A Bolívia, com um dado de inflação de 20% em 12 meses em dezembro, importava combustíveis para subsidiá-los no mercado interno, uma política que esgotou as reservas de dólares do país e fez o custo de vida disparar.


“Estamos construindo um pacote de até 4,5 bilhões” de dólares para o próximo triênio, disse o presidente do BID, o brasileiro Ilan Goldfajn, em uma coletiva de imprensa no Palácio de Governo junto com o presidente de centro-direita Rodrigo Paz. A visita de Goldfajn à Bolívia é a primeira de um chefe do BID ao país andino em 15 anos.


Desde que assumiu o poder em novembro, Paz se aproximou das organizações internacionais de crédito que seus antecessores de esquerda rechaçaram. A cooperação, segundo Goldfajn, será destinada a vários setores, como mineração, energia, meio ambiente e turismo, e para criar condições para gerar segurança jurídica no país.


O presidente Paz considerou uma grande conquista o princípio deste entendimento e ressaltou que, com sua gestão no país, “encerrou uma etapa de 20 anos” de governos de esquerda que viam o Estado como “instrumento político”. A reunião ocorreu um dia depois de sua administração firmar um acordo com sindicatos para deter os protestos sociais que se opuseram a um decreto de reformas econômicas. A futura assistência chegará no momento em que a Bolívia busca sair de uma profunda crise econômica, a maior em 40 anos.


A Bolívia e o BID ainda devem formalizar o acordo, sem data prevista.


Fonte: Jovem Pan

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