top of page
Banner_Via_News_03_1920x182.fw.png

BC recorre ao TCU contra ordem individual de ministro para inspeção nas contas

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • 7 de jan.
  • 1 min de leitura
BC recorre ao TCU contra ordem individual de ministro para inspeção nas contas - Marcello Casal Jr / Agência Brasil
BC recorre ao TCU contra ordem individual de ministro para inspeção nas contas - Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Autarquia alega que determinação de Jhonatan de Jesus para apurar liquidação do Banco Master deveria ter sido submetida ao plenário ou câmara da Corte de Contas


O Banco Central (BC) protocolou na segunda-feira (5) um recurso junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) contestando a legalidade da decisão monocrática proferida pelo ministro Jhonatan de Jesus. O magistrado havia determinado, de forma individual, a realização de uma inspeção nas dependências da autoridade monetária.


No documento, classificado juridicamente como embargos de declaração, a Procuradoria-Geral do BC argumenta que o regimento interno da Corte de Contas não ampara ordens de inspeção emitidas isoladamente por um relator. Segundo a autarquia, procedimentos dessa natureza exigem deliberação colegiada, devendo passar pelo crivo das Câmaras do tribunal para terem validade.


O foco da disputa é a abertura de uma auditoria sobre os processos internos do BC que culminaram na liquidação extrajudicial do Banco Master. A inspeção foi autorizada administrativamente pelo presidente do TCU, Vital do Rêgo, após despacho de Jhonatan de Jesus, que apontou a necessidade de verificar a regularidade e a coerência das decisões tomadas pela autoridade monetária no caso.


Em sua defesa, o Banco Central solicita que o ministro relator submeta o pedido de fiscalização à Primeira Câmara do TCU. O objetivo do recurso é sanar o que o BC classifica como “omissão” processual, garantindo que a medida seja validada pelo colegiado competente, conforme preveem as normas institucionais, antes de qualquer devassa nos documentos sigilosos da instituição.


Fonte: Jovem Pan

Comentários


bottom of page
google-site-verification: google4a972b81c6e55585.html