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Vorcaro deu relógio de luxo estimado em mais de R$150 mil a ‘sócio’

  • há 4 horas
  • 2 min de leitura
Divulgação / Alerj
Divulgação / Alerj

A joia do modelo ‘Duomètre à Quantième Lunaire’ foi dada a Nelson Tanure em 2022


O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, presenteou o empresário Nelson Tanure com um relógio de luxo importado, da marca Jaeger-LeCoultre, o modelo é o “Duomètre à Quantième Lunaire”, estimado pelos sites de revenda entre R$150.000 e até um milhão de reais. Tanure é referenciado pela Polícia Federal (PF) como sócio oculto do Banco Master.


A PF tem posse da conversa de WhatsApp em que Tanure agradeceu ao banqueiro no dia 20 de fevereiro de 2022 com uma foto do presente. “Almoçando com amigos, com a joia no braço que você me deu. ‘Thanks'”, escreveu o empresário.


Tanure negou sociedade com Banco Master

No dia 14 de janeiro, Tanure foi surpreendido pelo mandado de busca e apreensão da PF emitido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A ação se deu após o início da segunda fase da Operação Compliance Zero deflagrada pelo ex-relator das investigações sobre o Banco Master, o ministro Dias Toffoli.


Na época, Tanure disse que não era “controlador do extinto Banco Master, tampouco seu sócio, ainda que minoritário, direta ou indiretamente”, afirmou o empresário por meio de nota.


Ele também negou ligações societárias indiretas “inclusive por meio de opções, instrumentos financeiros, debêntures conversíveis em ações ou quaisquer mecanismos equivalentes”.


“Mantivemos com o referido banco relações estritamente comerciais, sempre na condição de cliente ou aplicador, assim como fazemos com outras instituições financeiras no Brasil e no exterior”, diz ainda o empresário.

Segundo ele, essas relações envolveram aplicações financeiras, operações de crédito, gestão de fundos e aquisição de participações societárias, sem ingerência na gestão ou conhecimento das outras operações internas dessas instituições. “Todas as operações foram realizadas em estrita conformidade com a legislação e a regulamentação vigentes”, diz a nota.


O empresário afirma não ter participação nem conhecimento de relações do Master com terceiros, sejam eles Reag, BRB, Fictor ou outras instituições financeiras.


Fonte: Jovem Pan

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