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Trump diz estar ‘inclinado’ em barrar investimentos da ExxonMobil na Venezuela

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • 12 de jan.
  • 2 min de leitura
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reuniu-se com representantes de empresas de petróleo na sexta-feira (9), ocasião em que pediu investimentos de pelo menos US$ 100 bilhões na Venezuela - Andrew Caballero-Reynolds/AFP
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reuniu-se com representantes de empresas de petróleo na sexta-feira (9), ocasião em que pediu investimentos de pelo menos US$ 100 bilhões na Venezuela - Andrew Caballero-Reynolds/AFP

O presidente dos Estados Unidos disse ainda que ‘não gostou da resposta’ dada pela empresa de que é ‘impossível’ investir no país sul-americano sem ‘mudanças significativas’


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse no domingo (11) que está “inclinado” a deixar a ExxonMobil “de fora” do grupo de petroleiras com que ele negocia investimentos na Venezuela. O republicano ainda declarou que “não gostou da resposta” dada pelo diretor-executivo da companhia, Darren Woods, após o líder norte-americano pedir a empresas petrolíferas que invistam pelo menos US$ 100 bilhões na reconstrução e expansão do setor de petróleo venezuelano.


“Eles estão se fazendo de inocentes”, disse Trump sobre o posicionamento da ExxonMobil.


Na sexta-feira (9), o republicano se reuniu com lideranças de companhias de petróleo. Durante o encontro, o diretor-executivo da empresa afirmou ser “impossível investir na Venezuela”, no momento. Segundo Woods, são necessárias “mudanças significativas” no país sul-americano.


“É preciso proteções duradouras para os investimentos e mudanças nas leis de hidrocarbonetos no país”, disse o diretor-executivo. Apesar da ponderação, Woods afirmou que irá enviar uma equipe à Venezuela para avaliar a situação.


Na ocasião, o diretor-executivo ainda expôs que ativos da ExxonMobil foram confiscados duas vezes na Venezuela. “Você pode imaginar que reentrar uma terceira vez exigiria mudanças bastantes significativas”, declarou. A empresa deixou o país há 20 anos após a nacionalização dos ativos da produção de petróleo. Desde então, a Chevron é a única em funcionamento.


Fonte: Jovem Pan

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