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Simone Tebet: ‘Espero que o bolsonarismo seja varrido da face da terra’

  • há 3 dias
  • 2 min de leitura
Simone Tebet, como ministra do Planejamento e Orçamento, fala durante audiência pública da Comissão Mista de Orçamento da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), 12 de junho de 2024.WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO
Simone Tebet, como ministra do Planejamento e Orçamento, fala durante audiência pública da Comissão Mista de Orçamento da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), 12 de junho de 2024.WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO

Ex-ministra deseja ‘oposição racional’ com a verdadeira direita voltando ao seu papel


A ex-ministra do Planejamento e Orçamento Simone Tebet (PSB) declarou, em entrevista à Jovem Pan na segunda-feira (8), que espera que o bolsonarismo seja “varrido da face da terra e do país“, para que a “verdadeira direita” volte a ocupar seu lugar. Conforme ela, o Brasil precisa de uma “oposição racional”, independentemente de espectro ideológico.


“O que não pode é um projeto muito sectário, muito específico de poder e não de país, paralisar os projetos relevantes do Brasil. Então, o que eu espero do futuro é que o bolsonarismo seja varrido da face da terra e do país, e que a direita conservadora, que é a verdadeira direita, volte a tomar esse papel que ela deixou de ter nesse protagonismo. Que ela volte a ter o protagonismo ao lado da esquerda e de partidos de centro.”

Tebet deixou o cargo no governo em março para se desincompatibilizar e focar em sua pré-candidatura ao Senado pelo estado de São Paulo, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ela, que se descreve como uma pessoa de centro, diz que em 2022 não esperava chegar às eleições deste ano com o país ainda tão polarizado.


Na visão dela, chega a 2026 entristecida, mas extremamente otimista, com o desejo de que o eleitor manifeste sua opinião por meio da urna, de forma livre, conforme o que é melhor para si, não somente seguindo uma ideologia.


“Mas, lamentavelmente, a polarização ainda está aí. Eu espero que as minhas projeções não estejam certas e que a gente tenha realmente esse debate de Brasil. Mas assim, hoje o que se mostra é que a polarização ainda vai para um debate raso, um debate de ideologia.”

Fonte: Jovem Pan

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