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Servidores temem perda de extras com plantões após terceirizações de postos

  • 26 de mar.
  • 2 min de leitura
Servidores protestam na Câmara contra projeto que entrega gestão de dois postos de saúde à OS. (Anna Gomes, Jornal Midiamax)
Servidores protestam na Câmara contra projeto que entrega gestão de dois postos de saúde à OS. (Anna Gomes, Jornal Midiamax)

Prefeitura estuda implantar projeto-piloto nas unidades de saúde do Tiradentes e Aero Rancho


Servidores da saúde que protestam, na manhã desta quinta-feira (26), contra a terceirização de dois postos de saúde de Campo Grande temem que a mudança de gestão para uma OS (Organização Social) possa diminuir o salário desses profissionais.


Conforme Jader Vasconcelos, do Conselho Municipal de Saúde, esses funcionários dependem desse valor dos plantões: “O servidor hoje, que é próprio, vai passar a receber um valor menor, porque hoje ele depende dos plantões, e colocando-se uma OS para gerir duas unidades de urgência, por exemplo, esses plantões diminuem muito para os profissionais. Eles vão ter um recebimento muito menor, torna-se pouco interessante ser servidor da Prefeitura”.


O representante da entidade disse ainda que há um temor de exonerações em massa: “Normalmente, o que acontece é que eles pedem as exonerações, ou o próprio município cria o próprio plano de demissão voluntária, e o município acaba colocando a OS em outras unidades, até que o município se veja com 100% das unidades de saúde com a OS”.


Ao apresentar o projeto-piloto para o Conselho Municipal de saúde e vereadores, o secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela, informou que, atualmente, as unidades CRS Tiradentes e Aero Rancho consomem cerca de R$ 4,3 milhões por mês (R$ 51,6 milhões por ano), e a expectativa com a gestão via OS é reduzir custos para cerca de R$ 3,9 milhões por mês (R$ 46 milhões por ano) e melhorar indicadores como tempo de espera, produtividade e satisfação dos usuários.


O secretário de Saúde diz que a proposta seria para dar mais agilidade à gestão, reduzir custos e melhorar indicadores de atendimento. A proposta inclui contratação mais rápida de profissionais, menos burocracia na compra de insumos e metas vinculadas a resultados.


A reportagem procurou a Prefeitura de Campo Grande para se manifestar sobre a questão, mas não obteve retorno até o momento. O secretário de saúde também foi acionado. O espaço segue aberto.


Fonte: Midiamax



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