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Rui Costa diz que Lula apoia investigar ‘qualquer um’ após menção a Lulinha no caso INSS

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • 8 de jan.
  • 2 min de leitura
PF informou ao STF que vai investigar menções para apurar se Lulinha (foto) seria 'sócio oculto' do Careca do INSS, apontado como líder do esquema criminoso - Reprodução / Flickr
PF informou ao STF que vai investigar menções para apurar se Lulinha (foto) seria 'sócio oculto' do Careca do INSS, apontado como líder do esquema criminoso - Reprodução / Flickr

Ministro defende transparência após PF informar ao STF que apura se filho do presidente seria ‘sócio oculto’ em esquema de descontos indevidos


O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta quinta-feira (8) que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, apoia a investigação de qualquer brasileiro envolvido com o escândalo dos descontos indevidos do INSS. A fala do ministro foi feita após ser questionado por menções e envolvimento de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, que é filho de Lula, no inquérito da Polícia Federal (PF).

“O presidente Lula é muito claro: qualquer cidadão pode ser investigado, ter direito de defesa e responder judicialmente pelos seus atos. Nós defendemos absoluta transparência na apuração desse episódio do INSS, que agora avança para ter os responsáveis”, afirmou Rui Costa, após o evento que rememorou os três anos dos atos golpistas de 8 de Janeiro, no Palácio do Planalto.

As menções encontradas pela PF na investigação sobre os desvios do INSS relacionam o filho do presidente a partir de diálogos de WhatsApp, passagens aéreas, anotações e o depoimento de uma testemunha.


Como revelou o Estadão, a PF informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que vai investigar essas menções para apurar se Lulinha seria “sócio oculto” do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como líder do esquema criminoso.


Procurada, a defesa de Lulinha disse que ele nunca teve relação com a trama e classificou as menções como “ilações”.


*Com informações do Estadão Conteúdo

Publicado por Nícolas Robert


Fonte: Jovem Pan


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