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PT lança cartilha com orientações para influenciadores e militância digital pró-Lula

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • 30 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura
O ministro Sidônio Palmeiras mudou a forma de comunicação do governo Lula - KAYO MAGALHÃES/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO
O ministro Sidônio Palmeiras mudou a forma de comunicação do governo Lula - KAYO MAGALHÃES/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO

Um dos principais alertas do documento está no uso de termos como “fascista”, “genocida” e “corrupto”


O Partido dos Trabalhadores (PT) lançou nesta segunda-feira, 29, uma cartilha voltada a influenciadores e ativistas digitais ligados à militância do partido. O material reúne orientações jurídicas para quem atua na comunicação política nas redes sociais em defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


Segundo a sigla, a iniciativa surgiu a partir de uma demanda apresentada pelos próprios influenciadores, que relataram dúvidas recorrentes e experiências concretas, incluindo processos judiciais enfrentados em razão de publicações nas plataformas digitais. O manual tem mais de 90 páginas e foi elaborado para reduzir os riscos legais na atuação política online.


Um dos principais alertas do documento está no uso de termos como “fascista”, “genocida” e “corrupto”. De acordo com a cartilha, essas expressões só devem ser utilizadas quando houver condenação judicial. Fora desse contexto, o influenciador pode ser alvo de ações na Justiça.


O manual também dedica um capítulo específico à publicação de vídeos. A orientação é que o militante avalie se o conteúdo foi gravado em ambiente público, se expõe uma coletividade ou um indivíduo específico e se há presença de crianças, pessoas vulneráveis ou situações constrangedoras.


A cartilha recomenda que os vídeos tenham como foco o fato político, e não aspectos da vida pessoal de quem aparece nas imagens, além de destacar a importância de conseguir comprovar o contexto de crítica política em caso de questionamento judicial


O texto orienta ainda que influenciadores mantenham registros das publicações, como links, vídeos originais e capturas de tela, como forma de se resguardar juridicamente.


*Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan


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