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PSG é condenado a pagar R$ 390 milhões a Mbappé por salários atrasados

  • Foto do escritor: Fabio Sanches
    Fabio Sanches
  • 16 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura
O clube acusou Mbappé de descumprir um acerto firmado em agosto de 2023, que supostamente previa uma redução salarial caso ele saísse de graça - Guillaume SOUVANT / AFP
O clube acusou Mbappé de descumprir um acerto firmado em agosto de 2023, que supostamente previa uma redução salarial caso ele saísse de graça - Guillaume SOUVANT / AFP

A relação entre clube e jogador se deteriorou quando Mbappé decidiu, em 2023, não renovar seu contrato, que expiraria no verão de 2024


Um tribunal trabalhista de Paris decidiu, nesta terça-feira, que o Paris Saint-Germain deve pagar a Kylian Mbappé mais de 60 milhões de euros (algo em torno de R$ 390 milhões) em uma disputa sobre salários e bônus devidos ao jogador ao término de seu contrato, antes de sua transferência para o Real Madrid em 2024. A decisão da Justiça do Trabalho aconteceu de forma unânime.


Os advogados apresentaram seus argumentos no mês passado perante o Conselho de Direitos Humanos de Paris em uma saga jurídica envolvendo somas colossais. O tribunal deu veredicto favorável ao jogador, em meio a acusações de traição e assédio relacionadas ao rompimento de seu vínculo com o PSG.


O corpo jurídico do atleta alegou que o PSG lhe devia mais de 260 milhões de euros (pouco mais de R$ 1,6 bilhão). Já o clube francês reivindicava 440 milhões de euros (perto de R$ 2,8 bilhões), alegando danos e “perda de oportunidade” após sua saída sem custos de transferência.


Os representantes do atacante disseram que a decisão “confirma que os compromissos devem ser honrados. Ela reafirma uma verdade simples: mesmo na indústria do futebol profissional, a legislação trabalhista se aplica a todos”.


A relação entre clube e jogador se deteriorou quando Mbappé decidiu, em 2023, não renovar seu contrato, que expiraria no verão de 2024.


Isso privou a agremiação de Paris de uma quantia substancial em uma transferência, apesar de ter oferecido a ele o contrato mais lucrativo da história quando assinou um novo acordo em 2022.


Diante deste cenário, o atacante foi excluído da pré-temporada e obrigado a treinar com o time reserva. Ele perdeu a partida de estreia do campeonato, mas retornou ao time titular para uma última temporada após conversas com o clube – conversas que são centrais para a disputa.


O clube acusou Mbappé de descumprir um acerto firmado em agosto de 2023, que supostamente previa uma redução salarial caso ele saísse de graça – um acordo que o PSG afirmou ter como objetivo proteger sua estabilidade financeira.


O PSG alegou ainda que o artilheiro ocultou sua decisão de não renovar o contrato por quase 11 meses, impedindo o clube de vendê-lo e causando prejuízos financeiros significativos.


Já os advogados de Mbappé insistiram que o PSG nunca apresentou provas de que o atacante concordou em abrir mão de quaisquer pagamentos e alegaram que a agremiação deixou de pagar salários e bônus referentes a abril, maio e junho de 2024.


Mbappé se transferiu para o Real Madrid no verão de 2024 sem custos, após estabelecer um recorde com seus 256 gols marcados em sete anos com a camisa da equipe parisiense.


*Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan


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