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Caso Razuk: Justiça nega recurso e mantém prova decisiva que réus tentaram anular

há 20 horas
2 min de leitura
Operação Rodas da Sorte cumpriu mandados em Campo Grande. (Foto: Pietra Dorneles, Midiamax)
Operação Rodas da Sorte cumpriu mandados em Campo Grande. (Foto: Pietra Dorneles, Midiamax)

Recentemente, o influencer Eduardo Razuk, seu irmão, Rafael, e o empresário Cícero Fabiano se tornaram réus por sorteios ilegais


A Justiça indeferiu pedido feito por três réus envolvidos em esquema de sorteios ilegais nas redes sociais que pretendiam a restituição de equipamentos apreendidos durante a Operação Rodas da Sorte, da Polícia Civil, a qual prendeu o influenciador Eduardo Razuk e seu irmão Rafael, além do empresário paraibano Cícero Fabiano.


Conforme a decisão, a defesa dos réus tentou anular a apreensão dos equipamentos, o que poderia resultar na anulação de provas e esvaziar o processo.


Influencer se tornou réu

A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou o influencer Eduardo Rezende da Silva Razuk réu por sorteios ilegais. Ele chegou a ser preso no dia 18 de agosto, na Operação Rodas da Sorte, mas foi liberado no dia 1º de setembro.


Conforme a decisão do juiz Márcio Alexandre Wust, da 6ª Vara Criminal de Campo Grande, também se tornaram réus o irmão do influenciador, Rafael Rezende da Silva Razuk, e o empresário paraibano Cícero Fabiano Melo Silva.


A Operação Rodas da Sorte resultou no cumprimento de mandados de prisão e busca em Campo Grande, no Rio de Janeiro e em João Pessoa, além da apreensão de 22 veículos de luxo avaliados em R$ 20 milhões. Também houve a indisponibilidade de 5 imóveis e de aproximadamente R$ 500 milhões em contas bancárias dos investigados.


A investigação apurou que os sorteios ilegais começaram em 2019 e tinham como prêmios, por via de regra, carros de luxo avaliados entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão, além de smartphones de última geração e Pix. A polícia afirma que as rifas realizadas entre 2019 e 2025 foram feitas sem autorização de órgãos federais ou reguladores competentes.


Apesar de as investigações terem começado em 2019, foi em 2025 que esse tipo de esquema ganhou repercussão nacional com operações policiais. Então, o grupo alterou o modus operandi para tentar “esquentar” os sorteios ilegais.


Fonte: Midiamax


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