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Abel Ferreira é suspenso por oito jogos e pode desfalcar Palmeiras no Derby

  • há 20 horas
  • 2 min de leitura
Cesar Greco/Palmeiras
Cesar Greco/Palmeiras

Treinador português foi punido no STJD pelas expulsões contra o São Paulo e Fluminense; clube promete entrar com pedido de efeito suspensivo ainda nesta sexta-feira


O técnico Abel Ferreira pode ser o grande desfalque do Palmeiras à beira do campo na Neo Química Arena, diante do Corinthians, neste domingo. O treinador foi julgado em dose dupla pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta quinta-feira (9) e acabou condenado por oito jogos, com dois já cumpridos. O clube alviverde vai entrar com recurso para tentar liberá-lo.


Expulso diante de São Paulo e Fluminense, ambos no Brasileirão, o treinador português acabou condenado à pena de dois e seis jogos, respectivamente, por “desrespeito à equipe de arbitragem” em duas sessões na 2ª Comissão Disciplinar do STJD. Ele já havia cumprido a suspensão pelo vermelho nos jogos subsequentes, restando ainda as seis partidas de ganho determinadas pelo tribunal.


O STJD usou um vídeo com dublagem de Gustavo Machado, no qual a leitura labial flagra o técnico chamando o árbitro gaúcho Anderson Daronco de “filho da p…” durante a vitória sobre o São Paulo, por 1 a 0, na punição mais pesada. O árbitro não relatou o palavrão, apenas que o português o chamou de “cagão” algumas vezes ao ser expulso após o segundo amarelo por reclamação.


“Apesar de não citado em súmula, cumpre aqui ressaltar que a prova produzida nos autos, além dos termos utilizados pelo mesmo, de ‘cagão, chamando o árbitro de cagão‘, chamou o mesmo de filho da p… E isso está provado, é uma prova e caracteriza, sem sombra de dúvidas, apesar de não ter sido mencionado na súmula, mas foi trazido pela procuradoria como prova, que ele exacerbou seu direito de reclamar desrespeitando claramente a arbitragem, e isso é um fato comum hoje em dia na pessoa do senhor Abel Ferreira”, declarou o procurador do STJD, Roberto Machado ao indicar a dura pena ressaltando a recorrente falta de respeito do treinador com a arbitragem.

No duelo diante do Fluminense, Abel Ferreira foi punido por dois jogos após expulsão direta por reclamação dura e bate-boca com o quarto árbitro Luiz Tisne. Na ocasião, o clube se defendeu alegando que seu comandante “não bateu palmas de forma irônica e debochada” e “não foi contido por sua comissão contra possíveis vias de fato à arbitragem”, como relatado na súmula. Também garantiu que não houve críticas na direção da auxiliar Fernanda Gomes Antunes. As palmas, segundo o clube, seriam ao zagueiro Murilo pela vitória por 2 a 1. O clube promete entrar com pedido de efeito suspensivo ainda nesta sexta-feira.


*Estadão Conteúdo


Fonte: Jovem Pan

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