EUA recuam de ação militar contra o Irã após avanços em negociações, afirma Trump
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Presidente americano vincula suspensão dos ataques à reabertura do Estreito de Ormuz e ao fim do programa nuclear iraniano.
O governo dos Estados Unidos decidiu suspender uma ofensiva militar planejada contra o Irã. Segundo declaração do presidente americano Donald Trump em sua rede social, Truth Social, a pausa ocorreu a pedido de Teerã e de governos aliados do Oriente Médio, após as partes alcançarem os parâmetros fundamentais para um eventual acordo de conciliação.
Condições do acordo e alerta militar
De acordo com o presidente dos EUA, as bases da negociação preveem:
Abertura do Estreito de Ormuz: Restabelecimento imediato e irrestrito da navegação na rota estratégica do comércio global de petróleo.
Neutralização nuclear: Encerramento definitivo das ameaças associadas ao programa nuclear do Irã.
Apesar da trégua temporária para a formalização do pacto, Trump ressaltou que as forças americanas e de Israel mantêm nível máximo de prontidão operacional, prontas para agir de forma severa caso as conversas não cheguem a uma resolução definitiva.
Pesquisa avalia impacto da gestão Trump na política brasileira
Paralelamente aos desdobramentos geopolíticos no Oriente Médio, os desdobramentos da política externa americana repercutem no cenário nacional. Levantamento do instituto AtlasIntel aponta a percepção da população brasileira sobre eventuais interferências dos EUA nas eleições de 2026:
Percepção dos entrevistados | Percentual |
Muito provável que haja interferência | 30,3% |
Provável | 22,7% |
Pouco provável | 23,4% |
Nada provável | 18,5% |
O estudo aponta forte divisão entre os eleitores das últimas eleições presidenciais: cerca de 45,5% dos eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e 45,8% dos que votaram nulo ou em branco acreditam na possibilidade de interferência do governo americano. Em contrapartida, entre os eleitores de Jair Bolsonaro, o índice de expectativa de intervenção é de 13%.








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