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Recém-nascida sequestrada em Campo Grande é resgatada no Paraguai e segue para acolhimento em Ponta Porã

  • há 3 horas
  • 2 min de leitura
Bebê está sendo atindida pelo Conselho Tutelar (Reprodução, Polícia Nacional do Paraguai)
Bebê está sendo atindida pelo Conselho Tutelar (Reprodução, Polícia Nacional do Paraguai)

A pequena Ayla Emanuelly apresenta bom estado de saúde e aguarda trâmites judiciais para reencontrar a família após a prisão de casal suspeito na fronteira.


A bebê recém-nascida Ayla Emanuelly, vítima de sequestro em Campo Grande, foi repatriada para o Brasil e encaminhada a uma unidade de acolhimento institucional no município de Ponta Porã (MS). O resgate ocorreu na madrugada deste domingo (9), durante uma operação policial em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia vizinha à fronteira com Mato Grosso do Sul.


Segundo informações apuradas junto às autoridades e ao Conselho Tutelar, a criança passou por exames no Pronto-Socorro do Hospital Regional de Pedro Juan Caballero e apresenta estado de saúde perfeito. No momento, o órgão protetivo aguarda a conclusão dos protocolos judiciais internacionais para realizar a entrega oficial da recém-nascida aos seus familiares.


Prisão dos suspeitos e cativeiro

A localização de Ayla foi possível graças à troca de informações entre a polícia brasileira e a Polícia Nacional do Paraguai, no âmbito dos acordos de cooperação internacional. Por volta de 1h15 da madrugada, agentes paraguaios prenderam o casal Weliton Aparecido Lopes dos Santos e Suzilaine da Graça Costa no bairro Virgen de Caacupé. Os investigados foram colocados à disposição do Ministério Público paraguaio e respondem aos procedimentos para deportação ao Brasil.


O caso começou na tarde de quinta-feira (6), quando a mãe da bebê, uma adolescente de 17 anos, e a tia, de 12 anos, foram mantidas reféns junto com a recém-nascida em um cativeiro por mais de 13 horas. No sábado (8), outro homem já havia sido preso em flagrante pela Polícia Civil sob a suspeita de ter cedido sua residência, no Bairro Universitário, em Campo Grande, para esconder o bebê.


Em Campo Grande, familiares estiveram na sede da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) buscando informações e acompanhando a atuações integradas da polícia e do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros). A família aguarda a chegada da menina para a reunificação familiar.



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