Giro Internacional: Sobe para 273 o número de mortos em terremoto na Colômbia; Europa e Oriente Médio enfrentam crises
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Resgate de vítimas entra em fase crítica em solo colombiano após abalo de magnitude 7,4. Enquanto isso, cinzas do vulcão Etna paralisam voos na Itália e tensão se intensifica no Líbano e na Ucrânia.
Colômbia em alerta: mortos chegam a 273 após forte abalo sísmico
O cenário na Colômbia é devastador após o terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o país na última segunda-feira (10). Autoridades locais confirmaram que o número de vítimas fatais subiu para 273 pessoas, além de 3.824 feridos e 377 desaparecidos.
As equipes de resgate travam uma corrida contra o tempo na cidade de Cali para localizar sobreviventes em meio aos escombros. No entanto, o trabalho de buscas tornou-se ainda mais arriscado devido ao registro de mais de 150 tremores secundários (réplicas). Na cidade de Pereira, a população sofre com desabastecimento de água, energia elétrica e gás natural.
Itália: Vulcão Etna paralisa aeroporto e afeta milhares de viajantes
Na ilha da Sicília, a erupção contínua do vulcão Etna — em atividade intensa desde o dia 6 de agosto — continua provocando caos no setor aéreo e turístico. O Aeroporto de Catânia suspendeu todas as operações de pousos e decolagens devido à densa nuvem de cinzas vulcânicas.
A paralisação dos voos deixou centenas de passageiros ilhados no terminal, forçando o deslocamento de ônibus para outros aeroportos da região. Segundo vulcanologistas, esta fase eruptiva do Etna apresenta intensidade superior à de episódios anteriores.
Oriente Médio: Israel descarta retirada de tropas do sul do Líbano
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou que o Exército israelense manterá o controle da zona de segurança no sul do Líbano, estendendo-se do litoral até as proximidades do Monte Hermom.
A declaração contrapõe-se às tratativas realizadas recentemente em Roma entre governantes de Israel e Líbano, que previam o recuo gradativo das forças israelenses mediante o desarmamento do Hezbollah. Como o grupo se recusa a entregar seu arsenal, o impasse persiste. Novas conversas diplomáticas estão agendadas para o início de setembro.
Guerra na Ucrânia: Julho registra pico de mortes civis e novos ataques a trens
De acordo com dados divulgados pela ONU, o mês de julho registrou o maior índice de letalidade para civis na Ucrânia desde maio de 2022, totalizando 437 mortos e 2.610 feridos — uma alta de 70% na comparação com o mesmo período do ano passado. O aumento decorre do disparo recorde de mísseis russos contra áreas urbanas, incluindo a capital Kiev.
Nesta quinta-feira (13), a infraestrutura ferroviária na região de Odesa foi alvo de bombardeios que atingiram dois trens de passageiros, resultando na morte do maquinista e de seu auxiliar, além de deixar uma criança ferida.








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