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CGU conclui auditoria dos códigos-fonte dos sistemas eleitorais para o pleito de 2026

  • há 14 horas
  • 2 min de leitura
CGU termina análise dos códigos-fonte dos sistemas eleitorais para 2026 - Divulgação / TSE
CGU termina análise dos códigos-fonte dos sistemas eleitorais para 2026 - Divulgação / TSE

Técnicos da Controladoria-Geral da União (CGU) finalizaram na última sexta-feira (21) a inspeção nos códigos-fonte dos sistemas eleitorais que serão empregados nas eleições de outubro. A diligência teve início na quinta-feira (20), na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília.


A verificação integra o Ciclo de Transparência Democrática da Justiça Eleitoral e consiste em uma etapa fundamental para a fiscalização dos programas que darão suporte ao pleito. Durante a permanência no tribunal, a equipe técnica debruçou-se sobre a programação das urnas eletrônicas, os módulos de captação de votos e os softwares voltados à preparação, transmissão e apuração dos resultados.


Transparência e Segurança no Processo

O acesso a esses códigos confere a instituições devidamente autorizadas pela legislação a oportunidade de examinar o desenvolvimento e a programação de toda a infraestrutura tecnológica. Essa abertura ocorre desde 2002, tendo o prazo de fiscalização sido ampliado de seis meses para um ano antes do pleito a partir de 2021.


De acordo com o TSE, o acesso aos códigos para as Eleições 2026 foi liberado em outubro de 2025 e segue aberto às entidades fiscalizadoras até setembro deste ano, data que antecede a Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas — momento em que os programas são definitivamente fechados para a votação.


Participação Institucional

A condução dos trabalhos foi acompanhada por representantes do órgão eleitoral, que destacaram a importância de abrir o sistema para auditar a segurança e o funcionamento das urnas. Auditores da CGU também ressaltaram que a ampla participação de órgãos de controle, dos Três Poderes e da sociedade civil engrandece o processo democrático e reforça a confiabilidade do sistema eletrônico de votação.


Além da CGU, outras entidades integram ou já passaram pelo ciclo de fiscalização, tais como:

  • Procuradoria-Geral da República (PGR)

  • Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP)

  • Sociedade Brasileira de Computação

  • Senado Federal

  • Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)

  • União Brasil


O cronograma de fiscalização segue até setembro, mês em que ocorrerá a lacração oficial dos softwares que vão operar nas urnas de todo o país em outubro.

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