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Aumento na conta de luz: tarifa de energia fica 12,24% mais cara em cinco municípios de MS

  • há 4 horas
  • 2 min de leitura
Conta de luz (Marcelo Camargo, Agência Brasil)
Conta de luz (Marcelo Camargo, Agência Brasil)

Reajuste anual aprovado pela Aneel entra em vigor a partir de 27 de agosto e atinge cerca de 70 mil consumidores atendidos pela Neoenergia Elektro.


Os moradores e comerciantes de cinco cidades de Mato Grosso do Sul terão um impacto direto no bolso a partir do fim deste mês. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o reajuste tarifário anual da concessionária Neoenergia Elektro (Elektro Redes S/A), determinando uma alta média de 12,24% para os consumidores residenciais de Anaurilândia, Brasilândia, Santa Rita do Pardo, Selvíria e Três Lagoas. Os novos valores passam a vigorar na próxima quinta-feira, 27 de agosto.


Impacto por classe de consumo

Segundo as informações divulgadas pela agência reguladora, os fatores que mais influenciaram na revisão dos valores foram os custos com aquisição, transmissão e distribuição de energia elétrica, somados a ajustes financeiros do período.


O reajuste geral médio da concessionária ficou em 9,57%, distribuído da seguinte forma entre os grupos de consumo:

  • Baixa tensão (residencial, rural e pequenos comércios): Aumento médio de 12,19%. Para as residências individualmente, o impacto é maior, atingindo 12,24%.

  • Alta tensão (indústrias e grandes empresas): Aumento médio de 4,10%.


Cerca de 70 mil consumidores da região de cobertura da Elektro, fiscalizada no âmbito estadual pela Agepan-MS, serão afetados pelas novas alíquotas.


Cobrança extra na bandeira amarela permanece

Além do reajuste local aprovado para a concessionária, as contas de energia em todo o país seguem impactadas pela bandeira tarifária amarela no mês de agosto. A medida adiciona uma taxa extra de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos.


A manutenção do sinal amarelo pelo Sistema Interligado Nacional (SIN) é motivada pela estiagem prolongada nas principais bacias do país, o que reduz o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas e exige o acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo de operação mais elevado.



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